O grande bluesman apresenta seu lançamento em preto e branco para o presente ano acompanhado de sua guitarra.Tirando da lata...
Agradecemos muito ao Zinhof pela excelente postagem original.
Mais um trabalho monumental do Anish Kapoor, no Canadá, o cara é D+, quem viver, verá, quem vir e quem vier ver, pasmarão!
O grande bluesman apresenta seu lançamento em preto e branco para o presente ano acompanhado de sua guitarra.
Gravado em Toronto no Canadá em março de 2007 este disco nos mostra o grande herói da guitarra tocando ao vivo.
Na mitologia grega um dos limites do mundo era o Rio Estiges aonde começava o inferno e que inspirou o nome desta banda.
Apadrinhado por Robert Fripp o talentoso trio internacional sediado na Califórnia nos convida a ouvir sua música instrumental.
O som viajante dos instrumentos bem tocados pelos integrantes do famoso Máquina Macia relaxa as fisionomias dos ouvintes.
Protegido da chuva em seu sobretudo de gabardine beige Paul Weller presidia o Conselho de Estilo esbanjando a clássica categoria.
Sendo um bom sacana João Fino Grupo nem titubeou ao ser perguntado se afirmava o que negava ao dizer que sim.
As feiticeiras pisavam em sapos e as árvores mágicas da floresta encantada rangiam seus galhos à passagem do vento.
Quando os camundongos e as ratazanas saíram dos encanamentos e passeavam descuidados por todo o apartamento.
O Unicórnio é um animal mítico que tem a forma de um cavalo branco com asas e um único chifre na testa.
Os loquazes integrantes do Calda de Baunilha Quente fazem uma cobertura do que se passou no cenário do rock mundial.
Penso que bom é ótimo, perfeito não é de ninguém e a solução da inequação é que a pressa é inimiga da imperfeição.
Achei esta raridade psicodélica e o som oscila livremente entre os extremos da bondade e da ternura através destes dois.
Cantando com sua voz possante sobre a vida, o amor e as tristezas circunstanciais que nos trazem a existência.
Certamente o mais duro de roer dos ossos é o fêmur com sua oblóide provocativamente pendente para fora.
Penso que um bom disco de variedades é diferente e inovador em sua proposta musical e de agradável audição.
No início dos anos 70, o Escultura do Amor reinava no underground londrino entre formas e sentimentos que rolavam.
Um velho amigo disse que seu filho é fissurado por esta banda, não conheço mas até a lua se arrisca num palpite.
Com Peter Erskine, Ralph Humphrey e Tom Brechtline nas bateras, Bruce Fowler no trombone e outros músicos de pêso.
Com novidades de dar água na boca, saborosos versos na ponta da língua e estrofes daqui ó puxando o lobo da orelha.
Um elefante prateado adaptado pra chupar o cérebro do ouvinte e sugar toda a sua memória musical imediata.
Grupo japonês com o guitarrista Akira Wada, o tecladista Jun Fukamachi, o baixista Yasuo Tomikura e o baterista Hideo Yamaki.
A auto-intitulada banda americana faz a festa dos batedores de cabeça com seus sincopados sucessos dançantes.
A banda sueca do vocalista Magnus Lindgren e do guitarrista Joakim Karlsson mostra a quantas anda o rock escandinavo.
Nesta obra pesada e crua o Ferramenta lança as bases de sua proposta sonora e musical com definitiva propriedade.
Capaz de fracionar milésimos de segundos com suas baquetas hiperestáticas para gáudio de seus alunos e seguidores rítmicos.
Com o baixo de Wolfgang Schmid e a guitarra de Bill Bickford no suporte musical o esmigalhador de nano-segundos em ação.
A palavra Zartong quer dizer Renascença em armênio, numa referência ao desenvolvimento cultural lá neste século.
Sacou as nuvens em forma de violões? Que doido, tenho este disco há trinta anos e nunca tinha reparado neste detalhe!
Em uma de suas últimas apresentações antes de perder o baterista João Bom Rão o Zep racha a pedra no Eisstadion.
Os Animais de todas as espécies se reuniam nos parques para dar vazão a tudo que diz respeito a sua natureza animal.
Numa época em que Os Beatles e Rolling Stones reinavam nas paradas do rock Os Páçaros voavam alto demais.
O Novo Jovem se empolgou com a chegada do futuro e desafiou a caixa de voz a misturar seus tons vocais anasalados.
Nesta apresentação ao vivo em 1977 os rapazes da banda deixaram rolar e se entregaram aos instintos animais.
Com uma guitarra na mão e os olhos e a imaginação no estúdio de gravação nada escapa da aguçada visão hendrixeana.
Gravado ao vivo no Falkoner Theatret em plena capital dinamarquesa na efervescência da mística hendrixeana.
O céu estrelado e a noite estampada em motivos tropicais para os Dominós se enfileirarem nas clareiras enluaradas da Flórida.
O pessoal do Nós Todos Juntos é do Peru, e juntos todos nós somos, também como eles, já diziam os camarões gigantes de lá.
Contando entre seus colaboradores com o fundador Al Kooper e o seminal Buddy Miles fica fácil sair um bom resultado.
O Marmota tapa os ouvidos pra evitar uma microfonia braba na gravação de Herói da Guitarra Azul pelos federais da Ás.
Mais influenciais gravações federais da Ás da fase introspectiva do Marmota usando seu terninho favorito no deserto.
Nesta gravação produzida por Mike Vernon, Ou Te Espano contou ainda com o eterno Águas Lamacentas e o jovem Mão Lenta.
A tribo dos Lobos Uivantes rasga as próprias entranhas para ter o coração como aço da ferrovia nesta compilação de raridades.
O grande Lobo Uivante arrebenta a campainha na segunda parte da coletânea dos melhores momentos ao vivo em Chicago.
O virtuoso harmônico em gravação solo, depois com Os Animais e ainda com Jaime Página e Braian Hoje após a meia-noite.
Gravado ao vivo no Stadthalle de Viena na Áustria durante a parte européia da turnê mundial do Zepelim de Chumbo em 1973.
O famoso Zepelim de Chumbo alça vôo em seus melhores momentos musicais nos antigos primeiros dias de carreira.
E na sequência, os melhores momentos dos últimos dos primeiros dias do pesadíssimo Zepelim de Chumbo.
O mago latino da guitarra volta ao passado com uma coletânea dupla de seus melhores sons instrumentais.
Peter Green, Danny Kirwan, Mick Fleetwood e John McVie se reuniram em Boston para uma sessão emergencial de azuis.
Ian Anderson e a sua flauta levam uma peça de paixão do antiquíssimo camponês mesmo em a cidade perdida de Os Anjos.
O acusam de ser o mentor dos azuis de após as horas e parceiro de Pink na mais famosa dupla caipira marciana do espaço.
Por ocasião de seu lançamento este compêndio dos melhores esforços do grande trovador pré-terceiro milênio já não o localizou.
Parafraseando a estrofe catastrófica com trufas e pantufas frutíferas nas frituras famélicas em frenético frankzappismo.
Para confeccionar ao vivo uma torta de giz, basta substituir a farinha em qualquer receita tradicional do livro de bruxarias.
O mineiro do Clube da Esquina de companheiros ilustres como Bituca e Betinho, Beto e Lô, Paulo, Nivaldo e Wagner, solo.
O incomparável gaitista acompanhado da Banda de Azuis de Chicago e seu habitual parceiro Buddy Guy, o Garoto Amiguinho.
Todos no Drive-In, com a adesão do Pimenta Vermelha Quente John Frusciante na guitarra e Blake Fleming na bateria.
Esta é a versão estendida da música de trabalho com solos de guitarra de John Frusciante e de piano por Larry Harlow.
Eis a canção críptica de abertura do deslinguamento no comatório que o TMV lançou apenas para os parentes das vítimas.
A Volta de Marte foi formada por Cedric Bixler-Zavala e Omar Rodriguez-Lopez em 2001 para tocar música conceitual eunuca.
Em matéria de trance-fusionismo não há ninguém vivo melhor do que o fantástico mestre FZ que se foi no fim do século.
Outra pérola desta safra de novidades na linha progressiva de afinação naturalista sorvida pela corrente histórica.
Som hypno-techno com laivos minimalistas e nuances hip-hópicas que espelham a breve razão de ser impermanente.
Confesso que esta postagem ainda nem ouvi, só a beleza da fotografia da capa indica a oportunidade da crítica ser boa.
A cantora e guitarrista nos brinda com música de qualidade em sua estréia e já surpreende pela atualidade de sua obra original.
A atriz principal de Um Beijo Roubado com o namorado Andrew Borger e a baterista Daru Oda mandam bem sons adolescentes.
A bela cantora exibe generosamente seus dons exclusivos na cidade-luz, aonde a humanidade comemora desde o início dos tempos.
O cara é admirado pelos guitarristas de blues e vem colecionando prêmios ao longo dos anos, e mostra que sabe, fazendo ao vivo.
O místico barbudo que modula a voz em tons inebriantes e seduz a platéia com sua técnica transcendental de tocar o violão.
A Orquestra de Um Milhão de Dólares do Al Kent em seus melhores dias é o som pra tocar numa festa, pra ouvir e dançar.
Um som alegre, dançante, cheio de novidade e com uma pitada de psicodelismo para os ouvidos de quem aprecia a boa música.
O novo disco do cara ainda está quente e queimando a gente com a moderna culpa de quem nega e mente novamente.
Nesta apresentação na Inglaterra os caras do Revolução da Razão Pura mandam os sucessos do primeiro disco e músicas novas pra galera dançar.
Som interessante pra apreciar a fusão da música instrumental de qualidade com a oportunidade de ouvir algo novo vindo da Austrália.
Esta é a obra máxima da banda que reuniu Eric e Duane durante a época de ouro de grandes guitarristas do rock.
Tirando da lata... Volume 1